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terça-feira, 21 de junho de 2022

O CURSO DE AUXILIAR VETERINÁRIO CUBATÃO | PRAIA GRANDE | SÃO VICENTE | SANTOS

 

 O CURSO DE AUXILIAR VETERINÁRIO

O programa de certificação da Pet School, você obterá o conhecimento e o treinamento nescessário para trabalhar como auxiliar veterinário. No curso da Pet School, as aulas abordam habilidades clínicas e administrativas, incluindo, mas não se limitando a, enfermagem animal, procedimentos cirúrgicos, testes laboratoriais, diagnóstico por imagem e procedimentos em consultório. Os alunos serão capazes de auxiliar com profissionalismo os veterinários no cuidado de animais em uma variedade de situações.

Curso de auxiliar veterinário em praia grande

Os auxiliares veterinários trabalham sob a supervisão de um médico veterinário, auxiliando no cuidado e promoção do bem-estar dos animais. O conhecimento clínico e uma natureza compassiva são vitais para garantir um ambiente positivo e eficiente.


Aluna formada no curso de auxiliar veterinário
Nossa Aluna Kaylane


Quais são minhas oportunidades de carreira como auxiliar veterinário?

 

Este programa de certificação preparará os formandos para aplicar suas habilidades em várias funções diferentes, como:

  • Assistente veterinário
  • Cuidador de animais de laboratório
  • Cuidador de animais ou trabalhador de serviço

Eles podem trabalhar em uma variedade de ambientes:

  • Clínicas veterinárias
  • Hospitais de animais
  • Abrigos para animais
  • Zoológicos





AV. Presidente Kennedy, 5674 Sala 24 e 25, Vila Tupi, Praia Grande/SP

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Cubatão 13 34941684

   5 CUIDADOS COM SEUS CÃEZINHOS DURANTE A PRIMAVERA


A primavera é uma estação maravilhosa para os cães e seus donos, as flores voltam à vida embelezando toda a cidade, o clima fica mais confortável, tornando-se a melhor época para levar os cães para passear e passar mais tempo ao ar livre.

Confira abaixo 5 dicas imperdíveis para manter os seus pets em saudáveis e muito felizes nessa primavera.

1.  Fique atento com as pulgas! Essa é a época de reprodução das pulgas, portanto faça uma boa limpeza na sua casa e verifique se o seu cãozinho também está livre delas.

2.  Passear ao ar livre é ótimo! Durante esses passeios, devemos ficar atentos ao que os nossos cãezinhos estão fazendo, pois o contato com a natureza, lixo, comidas e etc, deixam os nossos pets mais suscetíveis a parasitas, como por exemplo, os parasitas intestinais. Acompanhe o comportamento do seu animal, notando algo diferente, leve o seu cãozinho ao veterinário.

3.  Época de exercícios para os pets! Fique atento ao peso, e dependendo da intensidade de atividades, certifique-se que ele está recebendo a quantidade de alimento adequada para a raça e porte. Deixe sempre disponível água limpa e fresquinha para o seu animalzinho, especialmente pós-exercícios físicos.

4.  Na hora de passear, não podemos esquecer a guia! Verifique se o tamanho está confortável para o seu cãozinho. Colocar um colarzinho com o nome e dados do seu cãozinho, é uma excelente forma de cuidar e proteger o seu fofuxo.

5.  Última, mas não menos importante das dicas, verifique os pelos! Não deixe os pelos com emaranhados ou nós. Mantenha a pelagem sempre saudável e com a tosa em dia. Procure por escoriações ou pulgas, se houver, vá ao veterinário e verifique o tratamento adequado. Ah, não se esqueça de se divertir muito com seu cãozinho.

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terça-feira, 22 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Cubatão 13 34941684

   Primavera dá alergia em cachorro?

Quem tem asma ou rinite costuma não ser tão fã da Primavera. Isso porque as alergias afloram neste período do ano. E daí vem a pergunta: primavera dá alergia em cachorro também? A resposta é sim.

Como acontece com o homem, os cães também têm alergias que surgem na primavera. Isto porque as flores podem desencadear coceiras, irritações e bolhas na pele, problemas respiratórios (devido o pólen) e picadas de insetos, que são atraídos pelas flores.

Na primavera a natureza se renova: as flores desabrocham e as plantas crescem. É uma das estações mais bonitas do ano, mas para os alérgicos é sinônimo de espirros, congestão nasal, irritações, etc. Os pets também podem ser alérgicos ao pólen, bolor, poeiras e fumaça. Na maioria das vezes, não demonstram sinais respiratórios como nós e, sim, sinais cutâneos como irritações.

Ao inalar o pólen, o sistema imunológico do cão reage de forma exacerbada, desencadeando uma reação atópica, isto é, uma hipersensibilidade que se manifesta na pele, mesmo que esta não tenha estado em contato direto com o alérgeno. Os sintomas mais recorrentes são: falhas no pelo, áreas avermelhadas, coceiras, descamação da pele e excesso de oleosidade cutânea. O cão acaba lambendo, coçando ou mordendo a pele. 

A idade mais propícia para que os pets desenvolvam alergias surgem geralmente entre os 6 meses e os 4 anos e tendem a piorar com a idade. Se as alergias não forem tratadas, pode resultar em feridas e infecções secundárias.

Nesta época, também aumenta o número de insetos (abelhas, vespas, marimbondos) que vêm por causa das flores e podem acabar picando um pet distraído. A reação alérgica, pela picada de abelha, é uma das mais perigosas, pois desencadeia no inchaço de mucosas, que pode ser fatal em animais de focinho curto.

Você pode prevenir as alergias com banhos e limpando as patas com lenço umedecido próprio para o cão. Se ele for alérgico, evite gramas. Caso seu pet apresentar um dos sinais citados no texto, procure um Médico Veterinário, que fará os exames, o diagnóstico e o melhor tratamento. 

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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Cubatão 13 34941684

  Cachorro com falta de ar: o que pode ser e como tratar?

  

Poucas coisas são tão angustiantes quanto estar ou ver com alguém com dificuldade para respirar. No caso de cachorro com falta de ar, presenciar a situação costuma ser motivo de pânico entre os tutores. Até porque, uma vez que o pet não fala e tem uma fisiologia diferente da nossa, pode ser difícil diferenciar o problema de outros quadros.

Saber reconhecer cachorro com falta de ar, quais são as suas causas e o que fazer nesses casos é importante para prestar os primeiros-socorros quando necessário. Vamos aprender como fazer isso?

Sintomas: será que é mesmo falta de ar?

Reconhecer um cão com falta de ar é simples: além de dar sinais de agonia, a pessoa tenta puxar o ar, emitindo um som bastante característico. Também pode ficar com as extremidades arroxeadas e, em casos mais graves, chegar a desmaiar. Mas e quanto aos cachorros, como identificar que eles estão com dificuldade para respirar?

Entre os principais sintomas de cachorro com falta de ar estão: agonia evidente (com grande inquietação), alteração do ritmo respiratório, emissão de ruídos anormais, pescoço estendido, além de língua e mucosas arroxeadas. 

O último sintoma, também conhecido como cianose, é uma das principais maneiras de diferenciar a falta de ar de outros quadros, como o mais inofensivo espirro reverso, por exemplo. Em casos mais graves, a falta de ar pode evoluir para um quadro com tremores e desmaio. 

O que pode ser quando o cachorro está com falta de ar?

Um cachorro com tosse e falta de ar pode estar assim tanto por episódios pontuais como por problemas de saúde crônicos. É importante estar atento a alguns sinais que ajudam a identificar a causa.

Nesse caso, se o cachorro com dificuldade de respirar se recuperou, mas vem apresentando o problema com frequência, é importante consultar um médico-veterinário a fim de descobrir se há algo de errado com a saúde ele. A seguir, listamos algumas das causas mais comuns para cachorro com falta de ar.

1. Golpes de calor

Assim como os seres humanos. os cães são animais endotérmicos , ou seja, mantêm a temperatura corporal constante por meio de mecanismos regulatórios do próprio organismo. 

Assim, quando a temperatura fica muito elevada, pode levar a um aumento da taxa metabólica, com evolução para quadros de desidratação e de colapso respiratório. Entre os principais sintomas da hipertermia canina podemos citar: 

Respiração ofegante;

Salivação excessiva;

Apatia/prostração;

Andar cambaleante;

Confusão mental,

Taquicardia.

Por causa de sua anatomia, cães braquicefálicos (de focinho achatado) são mais propensos a sofrer com os chamados golpes de calor. Seja como for, nunca deixe o pet, independentemente de sua raça, em locais fechados e sem ventilação, como carros.

Em caso de suspeita de hipertermia, leve o cachorro para um local mais fresco, interrompa qualquer atividade física que ele esteja fazendo, ofereça água fresca e procure um veterinário. 

2. Engasgos

Nesse sentido, o organismo dos cachorros é bastante parecido com o nosso. Enquanto bebem água ou ingerem alimentos, uma válvula presente na parte superior da laringe se fecha, direcionando os alimentos para o esôfago. 

Quando, por algum motivo, esse mecanismo falha e a epiglote permanece aberta, a água ou os alimentos podem parar nas vias respiratórias, bloqueando a passagem de ar. Os principais sintomas do engasgo são: 

Agonia evidente (com grande movimentação);

Salivação excessiva;

Tentativas de vômito,

Língua e mucosas arroxeadas (cianose).

O engasgo pode provocar o bloqueio parcial ou total da passagem de ar, podendo, em casos mais graves, levar o pet a óbito. Sendo assim, ao perceber que o cachorro está engasgado, procure agir imediatamente. Nesse caso, é valido conhecer técnicas para desengasgar cachorro, como a chamada Manobra de Heimlich.

 

3. Colapso da traqueia

Não é só a presença de corpos estranhos que pode causar o bloqueio da passagem de ar pela traqueia. Formada por arcos cartilaginosos, a traqueia pode passar por um processo de envelhecimento, com consequente amolecimento das cartilagens. 

Menos rígidas, as cartilagens contribuem para deixar a traqueia mais estreita, o que pode comprometer a passagem de ar. Mais frequente em cães idosos e de pequeno porte, o colapso da traqueia tem como sintomas:

Tosse seca ou engasgos, especialmente após atividades físicas intensas ou depois de momentos de grande excitação;

Tensão da musculatura do abdômen devido ao esforço para respirar;

Angústia respiratória, com emissão de ruídos;

Língua e mucosas arroxeadas (cianose),

Quadros recorrentes ao invés de episódios.

O diagnóstico do colapso da traqueia é feito pelo médico-veterinário com a ajuda de exames de imagem, como raio-X. O tratamento vai depender da gravidade do problema e do estado de saúde do paciente, sendo que, em alguns casos, é possível recorrer à correção cirúrgica.

4. Cardiopatias

Como sabemos, o coração é o órgão responsável por bombear sangue para o nosso corpo. E é no sangue que se encontram os pigmentos respiratórios responsáveis pelo transporte de oxigênio até os pulmões, onde ocorrem as trocas gasosas. 

Portanto, quando o coração do pet não está funcionando muito bem, é esperado que a falta de ar em cachorro esteja entre os sintomas. Nesse caso, Existem diferentes tipos de cardiopatias, decorrentes principalmente de fatores como idade, obesidade, predisposição genética, etc. Abaixo, listamos alguns dos principais sinais de cardiopatia em cães:

Fadiga;

Tosse seca;

Indisposição;

Respiração acelerada;

Falta de ar;

Anorexia;

Emagrecimento;

Convulsões,

Língua e mucosas arroxeadas.

Caso seu amigo apresente um ou mais dos sintomas de cachorro com falta de ar e tosse, procure um veterinário o mais rápido possível para uma avaliação. Quanto antes for diagnosticado o problema, melhor será o prognóstico para tratamento. 

 

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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

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  Gato com medo de água: por que os bichanos fogem do banho?


Que os bichanos são pets extremamente higiênicos, ninguém duvida! Afinal, além de tomarem seu próprio banho, eles ainda enterram suas necessidades! Mas por que será é tão comum encontrar gato com medo de água? 

As origens dos felinos podem ajudar a entender melhor seu comportamento, estilo e manias! Se você tem um gato com medo de água, continue lendo. Aprenda mais sobre seu filho de quatro patas! 

Fatores que influenciam o medo dos gatos

Os bichanos são pets muito espertos. Assim, quando um gato não gosta de tomar banho, há motivos bem claros para seu comportamento. De acordo com especialistas, alguns fatores que influenciam na insegurança dos peludos são:

Sistema respiratório frágil: como não estão acostumados com a água, o sistema respiratório dos felinos é mais frágil. Com isso, o pet tem medo de um banho descuidado, o que pode levar a infecções; 

Territorialismo e olfato: outra característica herdada dos seus ancestrais. Os bichanos são muito territorialistas. E para ganhar a batalha no domínio de diferentes espaços, o cheiro é muito importante. Um banho forçado pode modificar o odor do gato, deixando-o inseguro.  

Banhos naturais: mesmo tendo medo de água, os gatos conseguem manter sua aparência limpa e elegante, não é mesmo? Isso graças a seus banhos naturais, realizados com boas linguadas! Essa tática dos bichanos é excelente para mantê-los sempre limpinhos. Como já se sentem higienizados, os felinos não veem sentido em mergulhar na água com sabão. 

 

A origem do bichano

Entretanto, o principal motivo que explica por que um gato não gosta de água está em sua origem. 

A chave para entender o comportamento dos peludos está na origem do gato doméstico. “Acredita-se que essa aversão vem da origem dos bichanos. Os felinos provavelmente vieram do Oriente Médio, onde há muitos desertos”.

Assim, especialistas confirmam que é natural que o bigodudo fuja do banho. No entanto, é possível ensinar para nossos amigos que não há perigo em tomar um ducha e ver que o gato gosta de tomar banho! Tudo depende de adaptar o pet à água. 

 

Como dar banho em gato

Apesar de ser comum encontrarmos um gato com medo de água, cada pet possui sua personalidade e seus hábitos.

De acordo com a veterinária, a melhor forma de familiarizar seu amigo aos banhos é começar cedo. “O ideal é acostumar o pet desde filhote”. Assim, os felinos que encaram uma ducha ainda pequenos provavelmente terão uma relação mais amigável com a água no futuro. 

Porém, o bichano adulto também pode descobrir o prazer de um bom banho e aprender a ser um gato que gosta de água! Para ajudar seu amigo, basta seguir algumas dicas:

Procure um momento adequado: como os bichanos têm medo de água, dar banho em gato leva tempo. Por isso, muitas vezes é necessário dedicar longos minutos a esse processo, ajudando o bigodudo a superar suas inseguranças. Assim, escolha um momento confortável, em que você possa se dedicar exclusivamente a seu filho de quatro patas; 

Utilize água morna: a temperatura costuma ser um grande problema para um gato com medo de água. Por isso, a dica é buscar algo mais agradável, utilizando água morna.

Use apenas produtos adequados para pets: os produtos para felinos são elaborados por especialistas, não provocando alergias ou incomodando os peludos. 

Procure um especialista: dar banho em gato pode não ser uma tarefa fácil. Por isso, o melhor é procurar ajuda de um especialista.

Hidratação: um grande problema para gato com medo de água

Não é só o banho que atrapalha um gato com medo de água. Muitas vezes, nossos amigos podem ter problemas de hidratação por suas inseguranças. Além dos bichanos não serem muito chegados a uma ducha, são muito seletivos com sua alimentação. 

Por isso, na hora de dar água para o peludo, recomendamos seguir algumas dicas:

 Ofereça sempre água limpa e fresca;

Certifique-se que o bichano está bebendo água;

Em dias mais quentes, coloque alguns cubos de gelo no bebedouro,

Prefira bebedouros automáticos, encontrados em lojas especializadas. 

Prezar pelo bem-estar de nossos amigos é o diferencial em uma tutoria responsável! Viu como é bom entender por que os gatos não gostam de água?


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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

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Viajar com pet: saiba como embarcar com seu melhor amigo



Nenhum tutor gosta de deixar seu amigo de quatro patas sozinho. Por isso, o hábito de viajar com pet tem se tornado cada vez mais comum. No entanto, é fundamental estar atento a alguns detalhes para que o animal embarque de forma tranquila e segura.
Viajar com pet: como prepará-lo para o passeio?
Assim como os tutores, os bichos de estimação também precisam estar bem preparados antes de embarcar, ainda mais quando se trata de cuidados com a saúde e o bem-estar deles. Por isso, ao escolher o destino, fique atento às regras de embarque e aos riscos que seu amigo pode encontrar por lá!
Também é extremamente importante garantir hospedagens pet friendly e caixas de transporte adequadas. Mas essas são apenas as primeiras de uma lista de precauções que a viagem com pet exige!
Antes de sair pelo Brasil ou pelo mundo com seu fiel companheiro é necessário muito planejamento. Não importa a distância da viagem com gatos e cachorros, eles devem estar confortáveis e em segurança para curtir o passeio da melhor forma possível.
Check-list para viajar com pet
Na hora de embarcar ao lado do seu amigo de quatro patas, é essencial verificar se todos os documentos estão em dia. Entre as responsabilidades básicas do tutor que vai viajar com seu pet estão ter em mãos a carteira de vacinação atualizada e um atestado de saúde, assinado pelo médico-veterinário que acompanha o animal.
Vale ressaltar que esses são apenas os dois principais itens da lista. Passeios pelo Brasil e até mesmo uma viagem internacional com o pet exigem diversas obrigações.
Por isso, o ideal é que o tutor faça uma lista completa e leve junto acessórios essenciais para o bem-estar do animal. Entre eles, estão itens como:
·         Coleira e guia;
·         Bebedouro e comedouro (é possível adquirir acessórios especiais para viagem);
·         Tapete para cães e caixa higiênica para gatos;
·         Sacos higiênicos;
·         Petiscos,
·         Brinquedos.
Além disso, não se esqueça da plaquinha de identificação do animal. Nela devem conter todos os dados do bicho e do tutor, como nome e telefone.
Para completar, caso seu amigo esteja em tratamento, não esqueça de levar a medicação. Também é importante ter em mãos o telefone do médico-veterinário de sua confiança e de uma clínica no destino da viagem.
Encontre hotéis perfeitos para viagem com animais
Antes de embarcar é preciso procurar lugares para se hospedar com pets (os locais pet friendly). Lá, seu amigo terá liberdade para circular pelos ambientes e, ainda, encontrará mordomias só para ele.
No entanto, vale lembrar que os hotéis exigem que na hora da reserva os tutores informem sobre o pet. Por isso, é necessário apresentar o cartão de vacinação e atestado de saúde do animal.
Além disso, alguns lugares para viajar com cachorro também oferecem serviços de pet shop e pet sitter. Dessa forma, o animal se diverte com passeios e brincadeiras especiais para ele.
O que fazer na viagem de avião com pet?
Muito se fala em passeios de carro com bichos de estimação, mas tem se tornado cada vez mais comum o tutor levar seu amigo também em viagens de avião. Para que o trajeto seja feito de forma tranquila e segura, alguns cuidados são fundamentais.
Tudo começa com o bom planejamento e com uma pesquisa por como viajar com cachorro de avião. Isso porque as empresas aéreas possuem regras específicas para o transporte do seu melhor amigo. Portanto, fique atento a cuidados como:
·         Peso e raça permitidos pela companhia;
·         Modelo da caixa de transporte;
·         Microchip,
·         Regras de pet friendly no país/estado de destino.
Para completar, ao viajar de avião com cachorro e gato, conforme o destino, o tutor precisa estar com o atestado veterinário e CZI (Certificado Zoosanitário Internacional) em mãos. Também é imprescindível manter a saúde do animal em dia. Para isso, antes da viagem, administre as vacinas (preferencialmente um mês antes do embarque) e faça os exames que sejam exigidos pelo local de destino.
Além do checklist citado acima, é necessário seguir as regras das companhias aéreas sobre como viajar de avião com cachorro e gato. De modo geral, a maioria das empresas limita o número de animais por voo. Por isso, o mais indicado é fazer uma reserva específica até 24 horas antes do embarque.
Não há uma lei para viajar com cachorro e gato. No entanto, as companhias aéreas determinam que o pet só pode viajar na cabine com os passageiros se estiver com até 8 kg.
Além disso, o transporte como bagagem só é permitido para animais com até 75 kg. Em alguns casos, não são aceitos animais agressivos e de raças braquicefálicas (focinho curto).
Por fim, o tutor deve fazer o planejamento com antecedência. Isso porque a documentação pode demorar de 30 a 120 dias para ser concluída. Outro caso a se considerar é o de países como Reino Unido e Suécia, onde é exigido o microchip no animal.
Como se preparar para viagens de carro?
Um pouco menos complicado do que viajar com pet de avião, a viagem de carro com gato e cachorro também necessita de cuidados para um transporte confortável e seguro.
O primeiro passo para um passeio tranquilo é, sem dúvidas, o planejamento. Por isso, mesmo que o bicho já esteja acostumado com trajetos mais longos, é essencial realizar paradas no mínimo a cada duas horas. Assim, o pet pode fazer suas necessidades e se distrair um pouco.
Vale lembrar que durante a parada não é recomendado alimentar o animal, já que ele pode sofrer com enjoos logo em seguida. Além disso, é obrigatório o uso de caixas de transporte e cinto de segurança.
Certifique-se de que seu amigo de quatro patas esteja bem preso ao equipamento. Os tutores devem estar cientes de que transportar o animal solto no veículo é considerado infração grave, com multa e perda de quatro pontos na carteira.
Dicas para o embarque ao viajar com pet!
Agora que você já conhece algumas regras para verificar antes de viajar com pet, saiba que também é importante estar atento à acomodação e ao bem-estar de todos. Por isso, siga dicas básicas, como:
·         Compre a caixa de transporte com antecedência e estimule o animal a usá-la;
·         Deixe a ração e acessórios preferidos do pet sempre por perto durante a viagem,
·         Só utilize medicamentos sedativos com orientação do médico-veterinário.
Em todos os casos, é imprescindível consultar um especialista antes de viajar com pet. Afinal, só ele poderá indicar os cuidados essenciais para passeios tranquilos com seu melhor amigo.






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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Curso de Auxiliar de Veterinario em Cubatão 13 33951176

Conheça as 10 raças de cães mais inteligentes do mundo  







Saiba quais são as raças mais inteligentes do mundo canino e entenda suas característica
Considerados entre as espécies mais espertas do mundo animal, os cachorros são seres notoriamente inteligentes, e algumas raças se destacam ainda mais neste quesito, apresentando uma capacidade extremamente elevada de entendimento e compreensão - o que facilita bastante os processos de adestramento e execução de comandos.

Veja a seguir as 10 raças de cães mais inteligentes do mundo, e saiba um pouco mais sobre as suas personalidades:

1) Border Collie

Dócil e bastante agitado, o border collie ganha destaque em competições do mundo canino, como as de Agility e para o uso no pastoreio de ovelhas. Apesar de se adaptar bem a diferentes ambientes, o cão da raça não gosta de ficar sozinho, e precisa de carinhos e exercícios constantes, é uma raça que gosta de receber comandos.

2) Poodle
Muito popular entre os brasileiros amantes de pets, o poodle é considerado um dos cachorros mais inteligentes do mundo. Dono de uma alta capacidade de compreensão, pode ser facilmente treinado tanto para ser um bom companheiro quanto para atuar como cão de guardapara alerta ou caçador.

3) Pastor Alemão
Conhecido como um ótimo farejador e cão de guarda, o pastor alemão é muito inteligente e altamente protetor. Corajoso e amigo, gosta de atividades que envolvam ações que possam ajudar aos outros, e se dá muito bem com crianças, apesar do seu grande porte.

4) Golden Retriever
Dócil e brincalhão, o golden retriever é uma das raças mais adoradas pelos amantes de pet e tem uma capacidade de aprendizado bastante alta, sendo usado frequentemente como cão-guia para deficientes visuais.

5) Dobermann
Bastante agitado e fã de atividades físicas, o dobermann é outro cão inteligente que se destaca em competições caninas. Sociável, pode conviver tranquilamente com famílias inteiras, e é considerado um bom cão de guarda.

6) Pastor de Shetland ou Sheltie
Também conhecida como shetland sheepdog, esta raça é leal e extremamente protetora, fazendo de tudo para defender os seus donos. Necessitando de estímulos físicos e mentais constantes para se manter animado, o shetland sheepdog é considerado, por muitos, dono de uma inteligência quase humana.

7) Labrador Retriever

Assim como o golden, o labrador retriever é muito dócil e inteligente, e também faz parte das raças treinadas para servir de cão-guia, cão de guarda, farejador ou caçador. Nada agressivos, os cães da raça são muito brincalhões, e convivem com crianças e adultos sem problemas.

8) Papillon
Leal, carinhoso e protetor de seus donos, o papillon é bastante agitado, e raramente precisa de mais de um comando para absorver informações. Entre as raças mini, só perde para o poodle no quesito inteligência.

9) Rottweiler
De aparência agressiva, o cão da raça rottweiller pode ser bastante dócil com seus donos, e é tido como um ótimo cão de guarda, por ser bastante protetor e leal. Obediente, pode conviver tranquilamente com crianças quando treinado desde cedo, e é um cão bastante calmo na maior parte do tempo.

10) Australian Cattle Dog
Menos conhecido no Brasil que os demais cães da lista, o australian cattle dog também conhecido como heeler, é o décimo mais inteligente do mundo, e até hoje é usado por fazendeiros no controle de rebanhos. Por ser muito agitado, precisa de estímulos e atividades físicas constantes, e pode ser bem agressivo com desconhecidos por ser muito protetor com seus donos.




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